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Pipeline

– Lipodistrofia

Desenvolvimento e produção de agente de preenchimento composto de biomaterial produzido pela Silvestre Labs e células obtidas do tecido adiposo autólogo para tratamento de lipodistrofias. As lipodistrofias fazem parte de um grupo heterogêneo de doenças clinicamente caracterizadas por perda e/ou acúmulo de gordura que normalmente resulta em uma mudança do contorno normal do tecido. Milhões de cirurgias plásticas e reconstrutivas são executadas anualmente para reparar defeitos de tecidos moles resultantes de lesões traumáticas, ressecção de tumores e defeitos congênitos. Esse projeto, feito em parceria com o Hospital Federal de Bonsucesso, desenvolveu um agente de preenchimento, a partir de células mononucleares de tecido adiposo associadas a biomaterial gerando um Dossiê regulatório pré-clínico. O próximo passa e o desenvolvimento do estudo clínico com o uso do produto.

– Incontinência Urinária

O fluido menstrual é uma excelente fonte de células-tronco mesenquimais. Objetivando a utilização destas células para desenvolvimento de pesquisa clinica em incontinência urinária de esforço. Desenvolvemos na fase pré clinica a validação dos processos de obtenção de células-tronco mesenquimais transporte, isolamento, caracterização, expansão e criopreservação.

As células-tronco advindas do sangue menstrual apresentam algumas vantagens em relação às células tronco obtidas de outras fontes, a saber: são obtidas facilmente, sem necessidade de métodos invasivos e sem problemas éticos adicionais. Essas células foram analisadas quanto ao seu processo de obtenção, isolamento, caracterização e possibilidade de criopreservação. Este estudo, feito em parceria com o Hospital de Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, nos levou a padronização de diferentes técnicas. A segunda etapa do projeto, ainda em fase pre-clinica, é o desenvolvimento de técnicas para o uso destas células em modelos animais de incontinência urinaria de esforço.

– Anóxia Neonatal

A anóxia perinatal é uma das principais causas de óbito neonatal em todo o mundo e é responsável por sequelas graves e muitas vezes irreversíveis para toda a vida. Segundo dados do Ministério da Saúde em 2011, cerca de 2% dos nascimentos no Brasil apresentam algum grau de asfixia. O evento hipóxico-isquêmico (EHI) pode produzir uma disfunção multiorgânica, inclusive cerebral, e 0,1% dos recém-nascidos evolui com graus variados de comprometimento do desenvolvimento neuropsicomotor, principalmente paralisia cerebral, retardo mental, cegueira, surdez e convulsões. Medidas gerais de prevenção não têm conseguido erradicar o problema, pois nem sempre as causas do EHI são previsíveis e evitáveis. Sendo assim, é importante investir em tecnologias que ajudem a minimizar o impacto da asfixia perinatal e que revertam as sequelas subsequentes.

Este estudo, feito estudo em parceria com o Hospital de Clínicas da Faculdade de medicina da  USP, foi desenhado com base no potencial regenerativo da terapia celular e nos excelentes resultados de melhora funcional e cognitiva obtidos seja por estudos pré-clínicos de terapia com células-tronco provenientes de sangue de cordão umbilical (SCU) para o tratamento de lesão cerebral hipóxico-isquêmica. O objetivo deste projeto é avaliar a segurança da injeção periférica de células-tronco autólogas de SCU em recém-nascidos, com sequelas multiorgânicas causadas por EHI moderado a grave no período perinatal.

– Lesão Raquimedular

Atualmente estima-se no Brasil que a incidência de lesão raquimedular gira em torno de 40 novos casos por milhão de habitantes, somando de 6 a 8 mil casos por ano com custo elevado ao sistema de saúde (MORAIS et al., 2013).

As células do SCUP humano, devido à sua natureza primitiva e capacidade de se diferenciar em células não-hematopoiéticas de várias linhagens, representam uma fonte potencialmente útil para base da terapia celular após a lesão da medula espinhal.

O objetivo principal deste projeto pré-clinico feito em parceria com o Hospital de Clínicas da Faculdade de medicina da USP, é avaliar a ação das células-tronco oriundas do sangue de cordão umbilical, na lesão medular em camundongos. Para um posterior Estudo Clínico de Fase I – Segurança.

 

– PLUCh

Produção de Lisado de Plaquetas a partir de Plasma Proveniente de Sangue de Cordão Umbilical.

O objetivo principal desse projeto é a padronização da produção de um produto biológico obtido a partir lisado de plaquetas presentes fração de plasma proveniente do processamento do sangue do cordão umbilical.

A lise das plaquetas com liberação dos fatores de crescimento quantificados e qualificados, permite a pronta ação desses fatores quando injetados nos locais desejados.

Esse produto deverá ser testado como:

  1. Substituto de Insumos de origem animal para o cultivo in vitro de células humanas;
  2. Substituto dos plasma rico em plaquetas

 

– Geração de linhagens de células-tronco pluripotentes induzidas (iPSC) a partir do sangue do cordão umbilical

As células imaturas, menos expostas a fatores ambientais do sangue do cordão umbilical, coletadas e armazenadas sob boas práticas de processamento celular, são uma excelente fonte para a geração de linhagens celulares de iPSC por reprogramação.

Os hiPSCs também oferecem uma plataforma única e inovadora para:

  1. aumentar e até mesmo redefinir a atual descoberta de medicamentos com programas de rastreio de drogas;
  2. Realizar triagens de eficácia e toxicidade para novas drogas;
  3. Uso em terapias celulares para doenças com necessidades clínicas não satisfeitas;
  4. Uso como uma ferramenta de diagnóstico.
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